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domingo, 26 de julho de 2015

"Se eu fosse ruim demais, não me chamariam", diz Lucas Lucco, sobre Malhação

O cantor vai estrear como ator interpretando Uodson na nova fase da novela, em agosto


"Entrei na fila, fiz três testes e passei. Não tive privilégios em Malhação", afirma o cantor (Foto: TV Globo/ Estevam Avellar)

Fruto da geração virtual, Lucas Lucco começou a fazer sucesso após postar no YouTube alguns vídeos com suas músicas. Três anos depois, o cantor tem cerca de 300 milhões de acessos, mais de 11 milhões de fãs no Facebook e 4,5 milhões de seguidores no Instagram. Agora ele comemora uma nova empreitada, sua estreia como ator na TV Globo, na nova fase da novela adolescente Malhação - Seu Lugar  no Mundo.
Foi você quem se convidou para a novela?
Estava fazendo o quadro Dança dos Famosos e fiquei por dentro dos testes para as novelas. Soube de Malhação e fui lá como qualquer candidato: entrei na fila, fiz três testes e passei. Não tive privilégios. O engraçado é que os diretores me viram no vídeo e não tinham ideia de quem eu era. Isso me deixou feliz, porque passei por mérito próprio e não por ser um cantor já conhecido. Se eu fosse ruim demais, não me chamariam.
"Tenho um trato com a produção: não posso mudar minha agenda de shows, que está fechada até 2016", diz ele (Foto: TV Globo/ Estevam Avellar)

Como será a estreia na TV?
Vou viver o Uodson, um rapaz de coração enorme que ama a família e está sempre pronto para proteger e ajudar a mãe e o irmão. Fiz aulas de fonoaudiologia para perder o sotaque carregado e, cada vez que venho gravar, a produção manda cortar mais um pedaço do meu topete. Daqui a pouco fico careca.
A música pode estar perdendo um cantor?
Tenho um trato com a produção: não posso mudar minha agenda de shows, que está fechada até meados de 2016. Então gravo de segunda a quinta-feira e, no fim de semana, caio na estrada.
Já está rico?
Ainda não, mas conquistei coisas que nunca imaginei, como dar emprego para 40 pessoas. Antes de ser conhecido, trabalhava num estágio em publicidade e ganhava R$ 300 por mês. Meu sonho não é ficar rico, mas conquistar coisas que eu almejava.
(Fonte: Revista Época)

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